63º Festival de Cannes

Apichatpong Weerasethakul

Cannes 2010

Na abertura, o 63º Festival de Cannes incorporou-se à estratégia de lançamento mundial de Robin Hood de Ridley Scott. Ao longo de seu programa, exibiu um Godard que acabara de passar na internet, Film socialisme e um Assayas previsto para se exibir na televisão antes de chegar aos cinemas, Carlos, – além de bons filmes de Patricio Guzmán, Mike Leigh, Mahamat Haroun e Ken Loach. A Palma de Ouro foi para Tio Boonmee que se lembra de suas vidas anteriores de Apichatpong Weerasethakul.

> ver Os 63 anos de Cannes


61º Festival de Cannes

Cannes 2008

O cartaz da edição número 61 do Festival é uma variante do tema do cartaz dos festivais de 1980 e 1981: lá o desenho de um rosto de mulher sem olhos, agora um rosto de mulher com os olhos vendados por lentes escuras ou lentes para ver filmes em 3D – um modo de brincar com o espectador para anunciar a habitual festa para os olhos, que terminou com um prêmio para a atriz Sandra Corveloni pelo trabalho em Linha de passe de Walter Salles e Daniela Thomas.

> ver Cannes 2008: de olhos vendados

> ver também: Crer para ver

e Quadro esquadro fora de quadro

Cannes, 2007

Cannes 2007

A festa dos 60 anos Para comemorar os 60 anos, na fachada do festival fotos gente pulando de contentamento e na tela Chacun son cinéma, filmetes de três minutos cada com uma história em torno de uma sala de projeção.

 

Cinema de poesia: duas experiências de narrativas poeticas no festival: A via láctea, de Lina Chamie, e Le scaphandre et le papillon - O escafandro e a borboleta, de Julian Schnabel.

 

Memória fotográfica: Antes da festa nas escadarias para as sessões de gala, o principal ritual de Cannes eram os debates depois das projeções para a imprensa. Quatro páginas fotográficas lembram estes encontros nas década de 1970 e 1980.

 

Uma caderneta de nuvens : Na gala de encerramento da Quinzena dos Realizadores, Mutum, de Sandra Kogut, baseado em Guimarães Rosa.

 

O culpado é inocente : Paranoid Park, de Gus van Sant, No Country for Old Men, de Joel e Ethan Coen, e Zodiac, de David Fincher, revelam a América de agora como um lugar sob a proteção e sob a ameaça de uma mesma força bruta.

 

> ver também

> textos sobre cinema brasileiro

> textos sobre cinema documentário

> textos sobre cinema e pintura

> textos sobre cinema e literatura

> textos sobre cinema latino-americano

> textos sobre cinema norte-americano

> textos sobre cinema europeu

 

 

Nader e Simin, uma separação de Ashgar Farhadi

Berlin 2011

Nos três principais prêmios do júri oficial de Berlim encontra-se um preciso resumo do festival: Nader e Simin, uma separação / Jodaeiye Nader az Simin, de Asghar Farhadi, Urso de Ouro; O cavalo de Turim / A Torinói Ló, de Béla Tarr, Prêmio Especial do Júri; e Perdão de sangue / The Forgiveness of Blood, de Joshua Marson, Urso de Prata, foram apenas os destaques da mostra competitiva

 

 

Maria Novaro, Festival de Guadalajara

Guadalajara 2010

Em março o Festival Internacional de Cine en Guadalajara comemorou sua edição número 25 com um programa intenso que incluiu a entrega do prêmio da Fipresci para os melhores filmes latino-americanos de 2009, a ficção uruguaia Gigante e o documentário brasileiro Garapa, e uma publicação, Cartas y postales de los amigos, com um pouco da memória dos 25 anos.

> ver Recordar es vivir

 

José Padilha, Urso de ouro com Tropa de elite

Berlin 2008

Na abertura, um documentário (Shine a Light, de Martin Scorsese). No encerramento,  prêmio especial do júri para um documentário (Standard Operating Procedure, de Errol Morris) e o Urso de Ouro, para uma ficção filmada em tom de documentário (Tropa de elite, de José Padilha). No 58º Festival de Berlin, destaque para filmes de ficção abertos a um diálogo com o cinema documentário.

> ver Um cinema só lâmina e ver também

> notas sobre Tropa de elite , sobre Shine a Light e sobre Mutum

 

Huelva: a crítica

Em Huelva, de 17 a 24 de novembro de 2007, a trigésima terceira edição do Festival de Cinema Iberoamericano de Huelva – Melhor filme e melhor direção: Luz silenciosa (Stellet licht) de Carlos Reygadas (México, França, Holanda) ; Prêmio especial do júri, O ano em que meus pais saíram de férias, de Cao Hamburger (Brasil); Melhor roteiro, El baño del Papa, de Cesar Charlone e Enrique Fernández (Uruguai, Brasil); Melhor ator: Leonardo Medeiros, Não por acaso, de Philippe Barcinski (Brasil); Melhor atriz: Sofia Gala El resultado del amor, de Eliseo Subiela (Argentina); Melhor fotografia: Paula Grandío: La León, de Santiago Otheguy (Argentina).


Nos três primeiros dias do festival um Encontro de Crítica de Cinema, organizado pelo festival em colaboração com a Universidade Internacional de Andalucía. > ver:

A crítica de cinema: três hipóteses


Huelva promoveu ainda o lançamento do livro do crítico e historiador cubano Juan Antonio García Borrerro Cine cubano de los sesenta: mito y realidad, co-edição do Festival

(www.festicinehuelva.com)

e da livraria e editora Ocho y medio

(www.ochoymedio.com).

 

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BH: cine popular

De 31 de outubro a 6 de novembro de 2007, para comemorar os 110 anos da cidade de Belo Horizonte, a Mostra Cine BH. no bairro de Santa Tereza da capital mineira. Na abertura, Castelar e Nelson Dantas no país dos generais, de Carlos Alberto Prates Correa (2007) e nos programas seguintes, entre outros, Jogo de cena, de Eduardo Coutinho (2007) Andarilho, de Cao Guimarães, (2007), Pequenas histórias, de Helvécio Ratton (2007) A via láctea de Lina Chamie (2007), Serras da desordem de Andrea Tonacci (2006) .

Além dos filmes, uma série de oficinas (roteiro, produção executiva, direção e vídeo digital) e cinco debates:

A cena mineira nos 110 anos de cinema brasileiro,

Na paralela do circuito,

Diálogos históricos,

O mercado de cinema e o cinema brasileiro no mercado, e

Tradições e contradições do cinema brasileiro popular

San Sebastián 2007

Prêmio da Crítica no 55º Festival de Donostia / San Sebastián, Encarnación de Anahí Berneri conta uma história nostálgica que corre paralela àquela contada em Alexandra, de Alexandre Sokurov, lançado em maio no Festival de Cannes. A Concha de Oro de San Sebastián foi para A Thousand Years of Good Prayers, de Wayne Wang, e o prêmio Horizontes foi para El baño del Papa, de César Charlone e Enrique Fernandez.

> ver:
Duas imagens nostálgicas