> ver sobre cinema europeu :

 

 

la belle noiseuse

 

> O artista e seu modelo

nota sobre três filmes realizados em torno da relação entre cinema e pintura: dois documentários, Le mystère Picasso de Henri-Georges Clouzot e El sol del membrillo de Víctor Erice e uma ficção entrecortada por imagens feitas à maneira de um documentário, La belle noiseuse de Jacques Rivette.

 

> A camera è mobile cual piuma al vento
o plano sequência final de Profissão repórter de Michelangelo Antonioni

 

> A câmera como um lápis, o lápis como uma câmera
nota e série de imagens de ¡Que viva México!

 

> Caminhar às cegas
nota sobre Perfume de mulher de Dino Risi, ao mesmo tempo uma adaptação de Il buio e il miel de Giovanni Arpino e uma adaptação do personagem criado por Risi e Vittorio Gassman em um filme anterior, Il sorpasso.

 

> O cinema (e a primeira vítima da guerra, a) verdade
nota sobre Veillès d'armes de Marcel Ophuls

 

> O cinema pinta e a pintura filma

nota e seqüência de imagens sobre Le mystère Picasso de Henri-Georges Clouzot.

 

> O contrato do cinema
nota e série de imagens de O contrato do desenhista de Peter Greenaway

 

> Crônica de um despertar de verão
nota e seqüência de imagens do instante em que um operário desperta para trabalho em Chronique d‘un été de Jean Rouch e Edgar Morin

 

> 2 ou 3 coisa sobre um verão em Paris
nota sobre Chronique d‘un été de Jean Rouch e Edgar Morin

 

> A culpa do pai, a raiva do filho
nota sobre um conjunto de filmes alemães sobre o grupo Baader Meinhof: Os anos de chumbo, A viagem, Alemanha no outono, Stammheim e A faca na cabeça e O complexo Baader Meinhof

 

> Da cor à cor inexistente
nota sobre Da vida dos marionetes de Ingmar Bergman

Michelangelo Antonioni

> Deformação profissional
nota sobre Identificação de uma mulher e sobre O mistério de Oberwald de Michelangelo Antononi

 

Deus e o diabo na terra dos morangos
nota sobre O sétimo selo de Ingmar Bergman

 

> Os dois sóis do marmelo
nota e seqüência de imagens de El sol del membrillo de Víctor Erice

 

> Duas notas sobre Ken Loach
nota sobre Family Life de Ken Loach

 

> Efetivo afetivo
entre O encouraçado Potemkin (o tiro silencioso na cabeça da mulher na escadaria de Odessa) e Ivan o terrível (a música dos olhos de Eufrosínia, Kurbski e Anastasia) Eisenstein pensou num cinema em que a ideia de montagem seria substituída pela de mixagem.

 

> Elisa na hora do lobo
nota sobre Elisa vida mia de Carlos Saura

 

>A face oculta da lua
nota sobre La Luna de Bernardo Bertolucci

 

> A fechadura e a grade na janela
nota sobre Profissão repórter de Michelangelo Antonioni

 

> O fingidor
nota sobre O rosto de Ingmar Bergman

 

> À flor da pele
nota sobre Elisa vida mia de Carlos Saura

 

> O grande mergulho
nota sobre cinema e pintura em A bigger Splash de Jack Hazan

 

> A imágem tátil
nota sobre Persona e Fanny e Alexander de Ingmar Bergman

 

> As listras do sarape, as linhas do engenheiro e a rã rechonchuda
nota sobre ¡Que viva México! de Sergei Eisenstein

 

> Luz, visão, projeção
as imagens de olhos nos filmes de Man Ray, Dziga Vertov, Buñuel e Eisenstein

 

> Le maître fou do cinema-verdade
conversa com Jean Rouch

 

> Morte em Veneza
nota sobre L’amour à mort de Alain Resnais

 

>Música para os olhos
nota sobre Sonata de outono de Ingmar Bergman

 

>Naufragar é preciso
nota sobre Gritos e sussurros de Ingmar Bergman

 

> Navegar é preciso
nota sobre O toque de Ingmar Bergman

 

> Outra vez, com emoção
nota sobre Desejo e reparação | Atonnement, de Joe Wright

 

> O ouvidor
nota sobre A vida dos outros de Florian von Donnersmarck

 

> Outubro, o velho e o novo
nota sobre Outubro e O velho e o novo ou A linha geral de Sergei Eisenstein

 

O pesadelo do artista
nota sobre Fanny e Alexander de Ingmar Bergman

 

> A pele do lobo
paralelo entre uma imagem de Elisa vida minha e outra de A hora do lobo. No filme de Saura, Elisa, diante do espelho, arranca a pele do rosto. No filme de Bergman, uma mulher arranca a pele do rosto para ouvir melhor a música sussurrada por um cravo.

> A sagração de Pina

nota sobre Pina, de Wim Wenders, no Festival de Berlim 2011

 

> A pintura na cabeça e a câmera na mão

nota e seqüência de imagens sobre a fusão entre documentário e ficção em La belle noiseuse de Jacques Rivette, nos trechosem que as mãos do pintor Bernard Duffour desenham e pintam os trabalhos do personagem interpretado por Michel Piccoli, Edouard Frenhoffer.

 

> Perguntas ao vento
nota sobre Ventos de liberdade de Ken loach

 

> O primeiro Resnais
nota sobre Hiroshima, meu amor e Ano passado em Marienbad

 

> Recordações de amanhã
nota sobre Amarcord de Federico Fellini

 

> O ridículo de Bertolucci
nota sobre Tragédia de um homem ridículo de Bernardo Bertolucci

 

> A rosa púrpura de Berlin
Wim Wenders e os anjos que saltam do céu para a terra em O céu sobre Berlin e Woody Allen e o personagem que salta da tela para a sala de projeção em A rosa púrpura do Cairo

 

> Rosto, máscara, persona
nota sobre Persona de Ingmar Bergman e um paralelo entre o retrato formado pela metade do rosto de Alma e metade do rosto de Elizabeth e o retrato de Luis Buñuel em que Man Ray montou duas metades do rosto do diretor.

 

> Sonhadores do mundo todo, uni-vos
nota sobre A cidade das mulheres de Federico Fellini e All that Jazz de Bob Fosse

 

> O sótão desarrumado
“Eu trabalho sobre o funcionamento do cérebro”, disse num debate sobre Meu tio da América do professor Henri Laborit, “e nos filmes de Alain Resnais percebi que mecanismos do cérebro, como os da memória, poderiam ser representados numa imagem”.

 

> O trator, a locomotiva, a colisão
nota sobre Greve e O encouraçado Potemkin de Sergei Eisenstein

 

> Verdi e o imperador
nota sobre O último imperador de Bernardo Bertolucci

 

> A vida como um palco iluminado
Roma de Federico Fellini: um jeito de criança e uma atmosfera de circo são os pontos de partida para uma caricatura em que a aparência primeira da realidade é transposta para a realidade dos sonhos.

 

> Vida em família

Violência e paixão de Luchino Visconti como um autorretrato de uma geração, a do diretor, que aqui, retrata não sua família, mas uma família como a sua: seus contemporâneos.

 

> A voz muito rouca da luz
nota sobre 4 meses, 3 semanas e 2 dias de Christian Mungiu

 

 

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